Espero
um dia poder perceber o porquê de eu simplesmente não superar certas coisas; o
porquê de sentir raiva de alguém que lá (bem) no fundo consegue transparecer o
mínimo de humanidade; o porquê de cada palavra direccionada a mim me fazer
tremer de modo incontrolável; o porquê de me sentir rebaixada com cada riso de
aparência cínica.
Inevitavelmente, há sempre a tendência de apontar o
dedo quanto algo não nos corre bem. Desta vez, deixei tudo a perder por um acto
de nervosismo. Talvez o problema tenha sempre sido meu!
ESTÚPIDA LILIANA!

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